25 de abr de 2010

Pra começar bem a semana...




Os alunos adoraram este poema... Inúmeras possibilidades de trabalho em sala de aula.


As cores e as palavras

Há palavras azuis:
céu, encontro, amigo,
beleza, sorriso, serenidade...

Há palavras brancas:
comunhão, véu, voo,
pureza, solidão, paz...

Há palavras vermelhas:
samba, sangue, guerra,
futebol, lábios, paixão...

Há palavras cinzentas:
pesadelo, indiferença, nunca,
finados, inverno, poluição...

Há palavras amarelas:
girassol, luar, inteligência,
poder, luz, sucesso...

Há palavras rosadas:
vinho, vela, mocidade,
namoro, noivado, jardim...

Há palavras verdes:
mar, mata, esperança,
novo, brotação, vida...

Há palavras multicoloridas:
arco-íris, jardim, lápis.
festa, feriado, floricultura...

(Elias José. O jogo das palavras mágicas. São Paulo: Paulinas, 1996.)

22 de abr de 2010

Todo esforço para voltar a postar no blog


Após um breve período de ausência de postagens, estamos aqui voltando devagar. E, como não poderia deixar de ser, pedindo sérias desculpas aos amigos que nos acompanham.
Mas digamos que se tratou de um sumiço proveitoso no sentido de crescimento profissional, pessoal... Um período de reflexões e reflexões sobre a prática, estudos, concursos. Muitas coisas boas acontecendo para todas nós.
Em momento algum deixamos de acompanhar o trabalho dos amigos em seus blogs, só não dava para comentar em todos, por isso mesmo optamos por não fazê-lo em nenhum, até mesmo nos grupos que participamos.

E 2010 promete!!! Neste momento estamos envolvidas com a Olimpíada de Língua Portuguesa, Formação da Escola Ativa, Avaliação do Paebs e ainda vem por aí a Copa do Mundo, faltando apenas 50 dias, depois eleições...

As atividades voltadas para a preparação dos alunos na produção dos poemas para participação nas olimpíadas está realmente gratificante, muita leitura, muita música, muita escrita boa, muita troca de ideias...

Então, vamos colocar POESIA nesta conversa...? Começamos com um poema da Sylvia Orthof.

A poesia é uma pulga

A poesia é uma pulga,
coça, coça, me chateia,
entrou por dentro da meia,
saiu por fora da orelha,
faz zumbido de abelha,
mexe, mexe, não se cansa,
nas palavras se balança,
fala, fala, não se cala,
a poesia é uma pulga,
de pular não tem receio,
adora pular na escola...

Só na hora do recreio!
(Sylvia Orthof. A poesia é uma pulga. São paulo: Atual, 1991. p.3.)

É isso, por hoje!

Abraços de felicidades...