23 de mai de 2009

Ainda tomaremos um café


Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra,
pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golf.

Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e, imediatamente, todos disseram que sim.

O professor então, pegou uma caixa de bolas de gude e a esvaziou dentro do pote.
As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golf.

Voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim.

Em seguida, pegou uma caixa de areia e a esvaziou dentro do pote.
A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele e perguntou novamente
aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.

O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia.

Então o professor falou:

'Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas.

As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade.
As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc.
A areia representa todos as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude.

O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastarmos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes.
Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.
Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos,
dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito...
Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar.
O resto é apenas areia.'

Um aluno levantou e perguntou o que representava o café.

Bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar
que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um grande amigo.

Vale a pena refletir...


( Procure encenar o texto acima junto com os pais no dia da reunião de pais, para que reflitam o quanto é importante ter tempo com seus filhos, para isso faça algumas adaptações no texto)

Fonte: Blog Aprendizagem em ação, da Débora Melissa.


13 de mai de 2009

Como “corrigir” os textos das crianças?


Um dos referenciais teóricos que está nos ajudando: Produção de texto: escrever de verdade, reportagem da Revista Nova Escola, na edição de jan/fev de 2009, também disponível aqui (primeira de uma série de matérias publicadas ao longo do ano).

Interessante, e urgente, abordagem sobre a função social da leitura e da escrita.

Produzir textos é um processo que envolve diferentes etapas: planejar, escrever, revisar e re-escrever. Esses comportamentos escritores são os conteúdos fundamentais da produção escrita.

Quer dizer, para que esses comportamentos escritores se efetivem, temos que exercitar a escrita de verdade e não apenas aquela para cumprir uma tarefa escolar.

Temos, também, que desenvolver os comportamentos leitores: ler os textos que circulam socialmente, ler o que escrevemos, para qualificar.

Essas práticas permeiam as aulas no ensino médio… mas com as crianças de seis, sete anos? o que fazer? como fazer?

“Em qualquer série, como na vida, produzir um texto é resolver um problema”, ensina Telma Ferraz Leal.

Ao ler essa postagem no blog da Profe Suely (Ufa! Bloguei) imediatamente nos pegamos revendo as formas de ensinar, mas revendo sobretudo o que podemos melhorar em nossa prática.

Tais indagações me levaram a refletir sobre o trabalho de produção escrita que estou realizando com meus alunos de 3ª e 4ª séries, o Caderno de Registros. O objetivo do trabalho é principalmente despertar o gosto pela escrita. Para tanto os alunos são levados a registrar em um caderninho previamente preparado momentos motivadores da sala de aula como, projetos ou situações que fogem da rotina. O que já foi possível perceber é que quanto mais motivador o momento, mais motivados eles estarão na hora de registrar. Sem um bom motivo, dificilmente eles registram com prazer, aí a atividade se torna totalmente mecânica. Um bom exemplo foi a semana dedicada às mães, os alunos estiveram envolvidos em todos os momentos, ajudando desde a tomada de decisões até o momento final que, culminou com a contação e dramatização da história "O Grande Rabanete" da Tatiana Belink, e entrega das lembranças. Na hora de registrar todos os acontecimentos e ler os registros estavam todos super motivados.

Nesse momento, estou procurando focar mais em despertar o gosto pela escrita, ainda não estou me voltando muito para correção das produções, mesmo quando chamo a atenção para as regras apreendidas, dou um toque nas questões de repetição de palavras, ou dou dicas para tornar o texto mais coerente e coeso, não deixo que tudo isto se torne mais importante do que o registro em si.

"(...) o ato de ensinar exige certos cuidados sem os quais não se atinge o objetivo maior do ensino, que é a aprendizagem." ( Profa. Dra. Silvia Pereira. Leia o artigo As habilidades de ensino no blog Caldeirão de ideias do prof. Robson Freire).

E nessa luta permanece sempre a insatisfação e a dúvida: Poderei fazer melhor? Como?


3 de mai de 2009

Dia da Mães


Navegando pela net encontramos muitas coisas legais para o planejamento de atividades sobre o dia das Mães. Encontramos muitos calendários. Escolhemos esse aí para trabalharmos com nossos alunos.


Encontramos no blog AMIGAS DA EDUCAÇÃO. Além de calendários, há uma infinidade de postagens sobre o tema.

No blogs Bloguinfo, da Sintian,Criando e copiando sempre, da Célia Regina e Pescar idéias,da Tânia, também têm várias atividades interessantes.

Quase todos os blogs que dispomos nos links aqui no Alfabetização em Foco, estão com dicas ou atividades para imprimir ou fazer dowload. Vale a pena pesquisar.

Lindo este poema do Mário Quintana. Bom para incluí-lo no recital ou no varal de poesias.

Mãe

São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito
Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!"

Mario Quintana